Nossa Trajetória

Carta Aberta aos Construtores de um Futuro (Set-2013)

 

O Instituto REDE RAMA iniciou através da união de pessoas e grupos afins, e como resultado das experiências de muitos anos de Emmanuel Sanchez, paranaense, 51 anos, professor e autor dos livros “Uma Nova Visão da Vida” (título da 2ª edição de Conexão Inuz – Os extraterrestres e o Futuro do Homem), “Ufos, Mestres e Hierarquias”, “Resgatando nossa Identidade”, e várias apostilas em e-book tratando de agroecologia, auto-suficiência e vida no campo (ver currículo completo no link http://lattes.cnpq.br/4343160540176808).

Como este autor afirma em suas publicações: Por vários anos residi e fiz parte da coordenação do Projeto Alfa Ômega (Serra da Esperança-PR), junto com grandes e inestimáveis amigos/irmãos, sempre com apoio, presença e orientação de nossos irmãos do espaço, sendo que atualmente me dedico a organização e difusão da Rede Rama, vinculada à Missão Rama original do Perú.

Meu relato tem a ver com a origem do Instituto Rede Rama, do qual sou um membro e difusor.

Para aqueles que não me conhecem, buscarei resumir a historia de uma vida, mas tentando ser o mais verídico e pontual nas afirmações de lembranças do passado, coloco aqui algumas destas imagens e sentimentos que ficaram preservadas em minha memória. Apesar desta experiência ter começado na infância, como narrado em meu primeiro livro, foi em minha juventude, a partir de meus 17 anos que tudo começou a tomar forma e ficar mais compreensível para a lógica atual.

Quando em uma experiência com os Guias (bem entendido que tudo acontecia no plano astral, eu me projetava fora do corpo físico todos os dias) apareceram algumas naves ou UFOs, o que me fez questionar o que seria aquilo, pois em minha visão eles eram mestres, mentores, seres de elevado nível espiritual, e os UFOs estavam fora do contexto. Um dos “seres” me informou que eram naves que utilizavam para manifestarem-se no plano físico, eram naves físicas e eles também o eram; que havia chegado o momento em que eu deveria compreender isso! Foi chocante a informação, mas ainda ligada ao contexto “fora do corpo”, “espiritual”, algo um tanto longe da realidade do dia a dia na faculdade. Mas no dia seguinte (isso já no ano de 1983) solicitei uma confirmação daquelas experiências e vi uma luz muito forte cortando o céu… mas ainda isso estava “distante”!

No mesmo ano, decidi dar um tempo na universidade e ir para Minas Gerais ajudar no Projeto Alvorada, uma iniciativa comunitária que estava surgindo por lá… Mas, alguns dias antes da viagem, conheci alguns argentinos, de Córdoba, de um grupo chamado Sat Rama (a verdade é RAMA), que afirmavam que tinham sido enviados pelos seus Guias lá naquela cidade para nos resgatar……inclusive estava registrado na agenda de contatos deles. Como resultado, montamos um grupo de trabalho em Lages-SC e uma empresa de apicultura para manter a iniciativa.

Naquela época tive uma iniciação muito forte com os cristais (soube depois que eram cristais de césio), com a materialização dos “seres” dentro de uma névoa … e uma energia azulada foi aparecendo no local e formando algo similar a duas pequenas pirâmides entrelaçadas, e girando formavam uma esfera que irradiava uma energia azul com xispas douradas,…. aquilo desceu e entrou em meu peito e do Raul (amigo do grupo),… meu coração pareceu incendiar-se e um Xendra (portal) fantástico se formou, podendo inclusive ver, tocar e ouvir os “seres”, sendo que se autodenominaram Traepius e Rama. Para viver a experiência dentro do Xendra fomos convidados somente eu e o Raul (da argentina), e o Guia me fez lembrar uma experiência que tive em 1982, onde uma espécie de fumaça azulada tomou conta de meu quarto, senti na época um êxtase muito forte, ele me informou que este momento tinha sido da primeira materialização deles para mim (antes era somente “astral”), e quando recebi o primeiro par de cristais, aquecendo muito meu coração e me integrando com tudo ao redor. Lembrei que na época deste primeiro evento, sai do quarto muito eufórico, e sentia integração com tudo, percebendo até mesmo o caminhar das pessoas, as pedrinhas que tocavam embaixo de seus pés, os pássaros e as árvores. Foi um verdadeiro êxtase de integração com a criação, um amor muito profundo e abrangente. E devido ao resultado daquela primeira experiência ter sido muito positiva, eles decidiram investir em nosso grupo.

Resumindo tudo, as experiências a campo se multiplicaram, aqui e na Argentina, com materialização dos “seres”, trabalhos ligados a nossa espiritualidade e evolução, avistamentos variados. Mas o mais marcante eram as materializações deles. Que energia, tudo se aquecia ao redor e dentro de nós, tamanha a força que manifestam; assim como a sensação de liberdade que tínhamos, pois todas as dificuldades antes existentes em meditações, superação de pensamentos, concentração, autocontrole, tudo sumia simplesmente com a presença deles, parecia que tudo estava explicado e resolvido!

Certo dia nos foi pedido que ampliássemos as atividades, divulgando nossas experiências e formando novos grupos, visando a concretização de uma primeira comunidade rural com a premissa deles “encontrem-se e nos encontrarão”. Depois disso decidi voltar ao Brasil e tentar realizar um trabalho com grupos por aqui. Formamos um primeiro grupo com minha família e amigos, e nos reuníamos na Serra da Esperança.

Com a formação de nossa primeira comunidade no Brasil, na Serra da Esperança, Paraná, em 1988, o projeto cresceu muito e tivemos muitas experiências, que realmente não dá pra narrar aqui, neste resumo. Nosso grupo acabou por se unir ao Grupo UFO de Petrópolis, com Paulo Kronemberger, e os trabalhos foram dinamizados.

No inicio dos anos 90 tivemos uma experiência muito forte com presença de uma nave com cerca de 200 metros de diâmetro, que literalmente tomou conta do céu da Serra. Os Guias solicitaram a ampliação do trabalho com a formação de outras comunidades, e que nós todos iríamos pra lugares diferentes pra testar nossa competência e aprendizado. Isso possibilitaria a realização futura da missão de todos. E isso ocorreu mesmo… após nossa viagem ao Perú em 1995, decidi estar junto ao pessoal de Aiuruoca em Minas Gerais, e lá fazer florescer o trabalho que já havíamos começado anos antes. O restante do pessoal tomou variados rumos.

Na minha humilde opinião, creio que o grupo que havia continuado na Serra da Esperança acabou por ruir por alguns motivos básicos.

1º – Perda dos princípios e objetivos iniciais (As orientações dos Guias eram simples e claras, mas continuaram sendo prioridade somente para alguns poucos que continuamos até hoje).

2º – Falta de desenvolvimento mutualístico no processo, o grupo tinha sérios problemas de construir idéias coletivas necessárias (humanos e ecossistema; realidades física e hiperfísica interagindo constantemente e conscientemente), e que o ambiente da área rural também deveria receber algo em troca, sem impactos negativos em qualquer nível; todos pecamos muito neste ponto muito sério;

3º – Pouco trabalho e muita prosa– poucos colocavam a mão na massa, ou participavam das atividades ou decisões importantes, criando muitas discórdias e desavenças. Considero motivo mais importante o primeiro (1º), pois os outros de certa forma derivaram dele! Mas realmente todos aprendemos muito com aquela experiência comunitária, foi muito rica. Mais de 10 anos cheios de energia e vivências que somente nós tivemos, e podemos compartilhar com todos que anseiam por viver algo semelhante, já conhecendo com a prática, algumas das principais “pedras” do caminho!

Retornando para a região de Guarapuava-Paraná, decidimos estabelecer um novo grupo, e compramos uma área rural muito especial, onde tivemos e continuamos a ter constantes experiências e aprendizado, proporcionadas por nossos irmãos do espaço. Fortalecemos aqui os trabalhos com os Grupos Rama, e Sixto Paz Wells nos convidou a ser representantes da Missão Rahma aqui no Brasil, principalmente devido a nossos contatos há mais de 30 anos com os mesmos Guias, e o apoio que nos é dado por eles.

Adotamos a metodologia do Guia de Práticas de Rahma, nosso velho conhecido dos tempos antigos de Rama, e nosso grupo tentou agregar mais pessoas para concretizar as metas de realização de uma Ecovila voltada às orientações dos Guias Extraterrestres.

Estreitamos nossos laços com os grupos de Minas Gerais, de modo que aquele sentimento dos tempos antigos, reacenderam e estão nos preenchendo, dando uma nova perspectiva para nosso caminho, mais sólida, mais real. Começaram a reaparecer antigos amigos dos grupos, e inclusive nossa velha ONG ambiental acabou por ser ampliada.

Estamos tendo respostas dos “seres” para nossa caminhada com eles. As coisas estão se dinamizando e tomando forma, sendo que anteriormente estavam mais difíceis, com pessoas despreparadas que nos procuravam e tentavam se inserir em vão no processo. Sabemos que os Guias conhecem cada pessoa que se aproxima, e uma leitura de coração é feita, sendo que todos nós temos as mesmas configurações, tornando decisivas as nossas atitudes internas, provocando em alguns casos o auto-afastamento após algum tempo, por motivo de discórdias com os outros, isso é fato conhecido de todos que mantêm estes contatos tão próximos com os irmãos do espaço, não existe adequações para a mentira, a falsidade e os pré-julgamentos, sem direito à defesa!

Sendo assim, constatamos que estamos fazendo a coisa certa, as energias estão fluindo e é assim que deve ser. Portanto continuaremos sendo obreiros do bem, caminhando juntos com todo aquele que se dispuser a trabalhar para o bem do mundo e da humanidade. Estamos constantemente trilhando este velho caminho, renovados diariamente pela experiência, pelas propostas e pelos novos horizontes que estão se abrindo para todos nós. O SENTIMENTO é a grande chave do processo, pois a transformação ocorre em nosso íntimo e inunda nossas mentes, iluminando nossos caminhos. É simples assim!

Na Rede Rama sabemos que a telepatia constante com estes “seres mais avançados” lança-nos numa aventura onde os corações se comunicam! A comunicação somente com palavras é como vestir uma fantasia e acreditar que ela seja a única realidade de fato. Para conviver com “eles” ¬ e no caso nossa proposta é esta, o convívio com estes Guias Extraterrestres em Ecovilas especificamente planejadas e organizadas para isso ¬ seres com competência para ler nossos corações, que têm exata noção de causa e efeito, se faz fundamental o exercício de assumir irrestritamente a VERDADE sobre si mesmo. Assumir que todos nós somos “semelhantes”, pois repito, temos as mesmas configurações, e caminhar sem medo na aventura rumo à autotransformação, em direção à AUTOCONSCIÊNCIA. Certamente é preciso coragem, força de vontade, objetivos claros e autodeterminação, pois além de sermos Construtores de um Novo Tempo, também estamos aprendendo a “tirar as fantasias” para conversar com “eles”, nossos Irmãos mais velhos e experientes no sendeiro da vida, e que estão aqui buscando nos auxiliar nesta reconquista de nossa ETERNIDADE. Não podemos mais centralizar somente em poucos grupos a dedicação para a realização da proposta das Ecovilas ou Estações da Rede Rama, portanto estamos abrindo para todos os interessados em contribuir de algum modo, para vislumbrar a idéia central destes locais, e conseguirmos juntos começar sua materialização, numa tarefa assumida publicamente para que isso aconteça.

Os Grupos da Mision Rama (com a mesma origem, nos contatos no deserto de Chilca no Perú, e difundidos inicialmente nos anos 70 pelos irmãos Paz Wells), estão distribuídos em mais de 50 países, contando hoje com milhares de pessoas que realizam práticas visando sua autoconsciência e o contato com os Guias Extraterrestres. Com o tempo, os grupos adquirem suas próprias características, pois não existem grupos iguais, e não somos prisioneiros das formas, assim cada grupo vai evoluindo por si mesmo, mas tendo uma mesma orientação inicial (Guia de Práticas para nivelamento de entendimentos fundamentais, livros, textos, apostilas, e Guia de Facilitadores); e buscando manter contato com os outros grupos com origem em Rama pelo mundo, realizando práticas e vivendo experiências importantes em encontros e saídas a campo para autocontrole.

Todos os aportes importantes que algum grupo vai recebendo, é compartilhado com todos, pois sabemos que as informações são recebidas em partes, e compartilhando vamos tendo acesso a uma visão mais ampla de todo o conjunto. Alguns grupos têm maior tendência para trabalhos com curas e terapias, outros buscando desenvolver tecnologias variadas, outros buscando aprimorar a unificação conceitual, trabalhos de irradiação, difusão, projeção astral, Yoga, contatos programados, transcomunicação instrumental TCI, outros constituem ONGs voltadas a questões sócio-ambientais, escolas, ecovilas, verdadeiros construtores de novas realidades, enfim, são muitas as possibilidades de grupos e redes de serviços ou tarefas que se encaixam com a proposta da Rede Rama. A proposta é laica, tendo membros das mais diferentes correntes de pensamento e religiões, orientais e ocidentais, pois não necessitam deixar o que fazem para participar de um grupo Rama. A Boa Vontade, Compartilhamento e Amor são a tônica básica para uma convivência sadia e produtiva.

A Rede Rama busca então a união de esforços para a realização de nossa concepção das Ecovilas da Rede Rama.

Bem vindos à Rede Rama.

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