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EXPEDIÇÃO RAHMA A PARAÚNA – GO

6.fevereiro 2018

Por que realizar uma expedição?

 

“Uma viagem como essas só se faz com entrega e confiança nessa voz interior que se faz ouvir quando silenciada a mente. É essa voz que chama o buscador ao encontro consigo mesmo. Não se trata apenas de ir até locais sagrados, mágicos ou insólitos, mas sim de ir até o centro de si mesmo e entender que empreender uma viagem muitas vezes longas e fisicamente desgastantes, é um reflexo da energia dedicada a viajar para dentro de si, e é aí, no coração, no âmago do ser que descobrimos a força e o profundo alcance da vontade de nossas almas.” – Plínio Nogara (Paraná1)

 

 Paraúna-GO

Paraúna é uma pequena cidade do Estado de Goiás, onde se podem ver monumentais formações rochosas, muitas das quais, se mostram com claras evidências de terem sido ‘trabalhadas’ por mãos humanas e a utilização da inteligência e técnicas na sua edificação. Um dos maiores estudiosos desta cidade/região foi o pesquisador e escritor Alódio Tovar (além de topógrafo, cartógrafo, projetista e jornalista) que viveu muitos anos na região e desenvolveu inúmeros estudos por lá (iniciando-os em 1974, mesmo ano do início dos grupos Rama no Peru), mostrando significativas evidências arqueológicas. Em artigos publicados em revistas especializadas e em seu livro “A Face Oculta da Natureza – o Enigma de Paraúna” desenvolveu estudos avançados sobre suas descobertas na região e não poupou esforços para mostrar o sentido enigmático de seus monumentos arqueológicos e seus registros rupestres com suas incríveis figuras. Com esta breve introdução apresentamos a cidade de Paraúna-GO, eleito o primeiro destino para as expedições de exploração e contato com os Guias extraterrestres dos grupos Rama da cidade de Guarapuava, no estado do Paraná.

Nosso “grupo de expedição” como chamamos era formado por 4 pessoas: Plínio Nogara (26 anos), Romeu Rocha (30), Renê Castilho (30) e Thiago Cwick (25). Saímos de São Thomé das Letras na manhã do dia 09 de agosto (verificar relato Aiuruoca e S. T. das Letras) e chegamos em Paraúna na manhã do dia seguinte (10/08), quando encontraríamos pela primeira vez nossos companheiros de expedição e  já amigos uruguaios, pois havíamos nos conhecido anteriormente pelo Skype. Eram no total 5 pessoas, sendo um residente aqui no Brasil, em Brasília. Eram eles: Marcelo Silva com 44 anos, Marcello Brusco (53), o casal Fernando Páez (34) e Gabriela Pérez (28) e Ricardo Balestié (53) que mora em Brasília. Foi um momento mágico quando nos encontramos, pois parecia que já nos conhecíamos de outros tempos. Após irmos no mercado comprar nossos mantimentos fomos para o sítio do simpático casal Adão e Sebastiana, onde montamos acampamento. A infraestrutura era muito simples mas nada nos faltou, muito pelo contrário, foram momentos incríveis, além do sítio estar localizado dentro da Serra da Portaria (45min de distância da cidade por uma estrada de areia), o nosso destino, o que proporciona uma energia incrível no lugar.

Os primeiros 4 dias utilizamos para nos conhecermos melhor e também nos ambientarmos com o lugar. As serras de Paraúna – além da Serra da Portaria também há a Serra das Galés e a Serra da Arnica — são lugares com uma energia especial, muito forte e intensa, que “obriga” aos que lá estiverem a sempre estarem se interiorizando, olhando para dentro de si mesmos. Entendemos como se fosse um “retiro energético”, um lugar intenso mas caso você consiga se harmonizar e se conectar com ele será perfeito para meditações e conexões com outros planos de consciência, além de uma conexão maior com si mesmo. Além disso também são pontos de conexão com os Retiros Interiores da Grande Fraternidade Branca, o que explica muito do que se vive ali. Durante esses dias também nos conectamos aos Mestres da Fraternidade Branca e também com os Guias Confederados e recebemos instruções sobre como prosseguir nos dias seguintes. As comunicações estão disponíveis no artigo completo na seção “Publicações” do site.

Após explorações de pontos específicos da Serra da Portaria – como a pirâmide, a muralha de pedras e a localização da caverna situada embaixo do “rosto” de um dos paredões – e revisão das informações e comunicações, nós quatro de Guarapuava partimos para a Serra do Roncador em Barra do Garças-MT na manhã do dia 15, com retorno para Paraúna já no dia seguinte. Desde meses antes da viagem, em Guarapuava, havíamos recebidos instruções dos Guias sobre a necessidade e a importância deste deslocamento durante a expedição. E assim prosseguimos, sempre amparados pelos nossos irmãos maiores. Na Serra do Roncador ficamos hospedados na pousada Park Portais do Roncador. Seu proprietário é o Mauro, também conhecido por Maurinho do Roncador. Chegamos na pousada ao anoitecer. Aproveitamos para jantar e ouvir as belas histórias do Mauro sobre a região. Ainda fizemos uma meditação para nos harmonizarmos com este intenso ambiente.

Na manhã seguinte subimos no Dedo de Deus, um pico rochoso localizado dentro da pousada, de fácil acesso por uma trilha de aproximadamente 40 minutos, que possui uma vista panorâmica da planície em frente. Após apreciarmos esta linda vista, seguimos as instruções previstas e fomos até uma pequenina gruta triangular nesta mesma trilha, onde fizemos uma conexão energética com Paraúna, enquanto os nossos amigos uruguaios faziam algo semelhante onde estavam, na mesma hora. Enquanto fazíamos nossas irradiações de energia para o planeta sentimos muito forte a presença dos Guias Antarel e Anitac ao nosso redor, como se estivessem fisicamente conosco. Com apoio total dos Guias, encerramos as atividades no Roncador e retornamos para nosso acampamento-base em Goiás.

Nos últimos dias da expedição tivemos as experiências mais intensas e marcantes, tanto à níveis físico, mental e espiritual, com os Guias e Mestres da Fraternidade Branca e entre nós mesmos. Tivemos que chegar em locais de difícil acesso, onde a unidade, a cooperação de um com o outro, o amor pelo que fazíamos e a certeza do porque fazíamos, além de uma mente limpa e focada foram fundamentais para que nossos objetivos e também dos nossos irmãos estelares e intraterrenos fossem alcançados. Mas não podemos chamar somente o alcance desses objetivos de sucesso, pois o sucesso foi alcançado com tudo o que vivemos e experienciamos na expedição. A união dos grupos do Brasil e do Uruguai, que acabou os transformando em um único grupo, sem separação de nacionalidades, nem de idiomas e idade foi, sem dúvida nenhuma, o maior sucesso alçando por todos nós. Mas não nos esqueçamos também do “outro grupo” que nos acompanhava. Obtivemos importantes experiências de contato extrafísico com os Guias e Mestres, incluindo regressões coletivas que nos ajudaram a compreender um pouco mais da história de Paraúna, em um passado remoto, como também a nossa história pessoal, passando por períodos entre Atlântida, Lemúria e até mesmo nossa chegada a este planeta.

É importante ressaltar que as experiências de contato visual de objetos luminosos no céu e de contatos extrafísicos não são proporcionadas pelos Guias como recompensa por subirmos um morro íngreme, à noite, nos desgastando fisicamente. Elas são apenas uma resposta do quanto nossa mente está tranquila, equilibrada, focada e conectada com o nosso espírito e com o Espírito Planetário. São também uma resposta natural de nossas ações e atitudes com nós mesmos e com o irmão ao nosso lado, seja ele uma pessoa, um animal, uma planta ou um ser extraterrestre.

Foram 10 excepcionais dias em Paraúna com nossos incríveis irmãos uruguaios, somando um total de 15 dias de viagem. Voltamos fisicamente e mentalmente cansados, não vendo a hora de chegarmos em casa, mas com nossos espíritos totalmente renovados.

*O relato completo está disponível na área “Publicações” do site.

 

            Kanepa ao fundo

 

 

 

 

 

 

 

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